Yvone Pereira, Escritor de Ficção
  • Escritor de Ficção

Yvone Pereira

Santos (SP)
0seguidor1seguindo
Entrar em contato

Sobre mim

De advogado, médico e louco todo mundo tem um pouco.
Praticante de yoga e meditação. Em busca de uma vida mais simples, minimalista e consciente.
E o que me inspira? Conteúdos que me mostrem o lado bom das pessoas, que exibam um mundo mais humano, que ampliem meus horizontes extrassensoriais. Que me conectem com essa tecnologia incrível e rápida demais pra eu acompanhar. Quero fazer parte dessa revolução digital e contar histórias; Experimentar talentos em outras áreas, trocar ideia com gente de todas as idades e profissões; ter lições de empreendedorismo. Precisamos de ferramentas que nos habilitem e que tragam informações não só para a vida profissional, mas também para o autoconhecimento. Enfim informação qualificada.


Comentários

(8)
Yvone Pereira, Escritor de Ficção
Yvone Pereira
Comentário · há 3 dias
Vivi por 25 anos com uma pessoa e nunca quis ser sócia na empresa. Entretanto num dado momento essa minha postura foi mudada por “imposição” para continuar. Já tinham se passado muitos anos de convivência e eu me vi obrigada a assinar um contrato em que 51% das quotas passariam pra meu nome. Golpe? Má fé? Azar? Quem poderá dizer... A quem posso reclamar??
Pois bem, a partir daí minha vida virou um inferno e três anos depois meu casamento acabou.
Mais uma vez nós pessoas comuns fora do âmbito advocatício não temos informações básicas sobre nossos direitos e pior sobre a roubada em que nos metemos.
Na partilha negociamos as quotas da empresa que ficou para ele em troca do nosso único bem um apartamento que foi adquirido quando a empresa nem existia.
Só percebi o tamanho da roubada quando descobri o que é desconsideração da personalidade jurídica! E quanta desconsideração venho colhendo!

Ainda tem sido comum o esforço de um dos cônjuges em reduzir a participação material da companheira ou na liquidação judicial do acervo matrimonial.
Algumas fraudes utilizadas são: contábeis, esvaziamento do patrimônio societário, ocultação de lucros, por exemplo, omissão de transações, fraudes gerenciais, como distribuição irregular de lucros, simulação de despesas fictícias, utilização de “testas de ferro” (no caso euzinha); fraudes com bens ativos, como vendas de máquinas, fraude societária por alienação de ações e quotas em período anterior ao término do relacionamento ou durante o processo de divórcio, entre outros.
São muitas as maneiras utilizadas para prejudicar economicamente a outra parte
Ou seja, estou a mercê de leis que eu desconhecia totalmente. Não dá para saber de tudo! Viver cansa!

Recomendações

(7)
Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · ontem
Nobres colegas, primeiramente tenho que parabenizar o autor do texto por ter apresentado de forma rútila esclarecimentos sobre o novo decreto editado, principalmente, para os leigos em geral. Dito isto. Pois, bem. O Estado durante todos esses anos de existência do Estatuto do Desarmamento não conseguiu desarmar os criminosos. O estatuto somente endureceu as regras para o cidadão de bem, não causou nenhum temor para os empedernidos marginais que continuaram possuindo e portando armas de fogo a seu bel prazer, deixando o cidadão de bem a mercê da própria sorte. A brandura concedida pelo decreto veio em boa hora e trata-se de um grande passo para atender aos anseios da população de bem deste país.

Por outro lado, vejo que tanto a posse legal e o porte de armas de fogo devem ser precedidos de avaliações de vida pregressa, capacidade de manuseio e principalmente de avaliação psíquica, pois não se pode dar um direito de usar/portar arma de fogo para qualquer um. Para ter uma arma de fogo tem que haver uma preparação do cidadão. Não podemos olvidar, possuir arma de fogo não é a solução dos problemas, poderá causar mais problemas, dependendo do caso concreto.

Por outro lado, as vezes é melhor tê-la quando precisar do que não tê-la, mas é preciso saber usá-la para não cometer erros que poderão ser de proporções catastróficas. Na verdade quem nos protege é Deus, contudo, não podemos ficar a mercê dos denominados e incompreendidos marginais, o cidadão de bem tem o pleno direito de se defender. Se o Estado não conseguiu desarmar o marginal durante todo este tempo de existência do estatuto, justo se torna facilitar o direito de posse de arma de fogo ao cidadão de bem. Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas, utilizando de vários meios, seja com pedras, facas, venenos etc...É a natureza humana que deve ser contida com a civilidade, respeito as regras e principalmente amor ao próximo. Quanto aos inconformados com o decreto, lamento por vocês, o Brasil esta deixando de ser o paraíso de criminosos, a sociedade esta começando a reagir, principalmente com a eleição deste novo governo.

Perfis que segue

(1)
Carregando

Seguidores

Carregando

Tópicos de interesse

Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

ANÚNCIO PATROCINADO

Outros perfis como Yvone

Carregando

Yvone Pereira

Entrar em contato