Yvone Pereira, Escritor de Ficção
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Yvone Pereira

Santos (SP)
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Sobre mim

De advogado, médico e louco todo mundo tem um pouco.
Praticante de yoga e meditação. Em busca de uma vida mais simples, minimalista e consciente.
E o que me inspira? Conteúdos que me mostrem o lado bom das pessoas, que exibam um mundo mais humano, que ampliem meus horizontes extrassensoriais. Que me conectem com essa tecnologia incrível e rápida demais pra eu acompanhar. Quero fazer parte dessa revolução digital e contar histórias; Experimentar talentos em outras áreas, trocar ideia com gente de todas as idades e profissões; ter lições de empreendedorismo. Precisamos de ferramentas que nos habilitem e que tragam informações não só para a vida profissional, mas também para o autoconhecimento. Enfim informação qualificada.


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Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 7 meses
Nobres colegas, primeiramente tenho que parabenizar o autor do texto por ter apresentado de forma rútila esclarecimentos sobre o novo decreto editado, principalmente, para os leigos em geral. Dito isto. Pois, bem. O Estado durante todos esses anos de existência do Estatuto do Desarmamento não conseguiu desarmar os criminosos. O estatuto somente endureceu as regras para o cidadão de bem, não causou nenhum temor para os empedernidos marginais que continuaram possuindo e portando armas de fogo a seu bel prazer, deixando o cidadão de bem a mercê da própria sorte. A brandura concedida pelo decreto veio em boa hora e trata-se de um grande passo para atender aos anseios da população de bem deste país.

Por outro lado, vejo que tanto a posse legal e o porte de armas de fogo devem ser precedidos de avaliações de vida pregressa, capacidade de manuseio e principalmente de avaliação psíquica, pois não se pode dar um direito de usar/portar arma de fogo para qualquer um. Para ter uma arma de fogo tem que haver uma preparação do cidadão. Não podemos olvidar, possuir arma de fogo não é a solução dos problemas, poderá causar mais problemas, dependendo do caso concreto.

Por outro lado, as vezes é melhor tê-la quando precisar do que não tê-la, mas é preciso saber usá-la para não cometer erros que poderão ser de proporções catastróficas. Na verdade quem nos protege é Deus, contudo, não podemos ficar a mercê dos denominados e incompreendidos marginais, o cidadão de bem tem o pleno direito de se defender. Se o Estado não conseguiu desarmar o marginal durante todo este tempo de existência do estatuto, justo se torna facilitar o direito de posse de arma de fogo ao cidadão de bem. Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas, utilizando de vários meios, seja com pedras, facas, venenos etc...É a natureza humana que deve ser contida com a civilidade, respeito as regras e principalmente amor ao próximo. Quanto aos inconformados com o decreto, lamento por vocês, o Brasil esta deixando de ser o paraíso de criminosos, a sociedade esta começando a reagir, principalmente com a eleição deste novo governo.

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